O pedido entra pelo celular e a certidão sai digital.
O balcão esvazia: o pedido entra pelo site ou pelo WhatsApp a qualquer hora, chega à mesa do escrevente já conferido, e o usuário acompanha e recebe sem voltar à serventia.
Segurança para automatizar
O balcão atende a qualquer hora. A serventia trabalha no seu ritmo.
O pedido pode entrar de madrugada ou no domingo: ele espera, estruturado, e a serventia trabalha na fila no expediente, com tudo já conferido na entrada. O que tem data marcada, como remessas e consultas às centrais, acontece sozinho, sem ninguém precisar lembrar.
Tudo dentro das regras que o CNJ estabelece para o serviço extrajudicial: a ordem dos protocolos continua intocada, cada etapa fica registrada, e a serventia acelera sem abrir mão de nada.
Pedido a qualquer hora
a serventia atende no expediente, já com tudo conferido
Entrega digital com comprovante
o usuário não volta ao balcão para retirar
Rotinas de calendário no automático
remessas e consultas às centrais nas datas certas
Dentro das regras do CNJ
ordem de protocolo intocada e cada etapa registrada
Por onde a serventia costuma começar
Um tipo de pedido por vez, começando pelo que mais chega.
Segunda via de certidão
O pedido mais frequente do balcão. Entra pelo celular com os dados que a busca precisa, e a certidão sai digital, com comprovante.
Certidão negativa e busca por nome
O usuário informa o que sabe, a serventia confere no acervo, e o resultado chega sem ninguém ligar para perguntar se ficou pronto.
Escritura e procuração
Aqui o fluxo cuida do pedido e dos documentos: agenda, recebe o que a parte tem e deixa a mesa do tabelião pronta para o ato, que continua sendo dele.
Antes do sistema
O que muda no balcão
Três coisas que a serventia sente logo no começo.
O pedido que chegava por telefone, por mensagem e no balcão, anotado em três lugares, passa a entrar por um caminho só, na mesma fila.
O usuário para de ligar para saber se ficou pronto: acompanha pelo número e é avisado a cada etapa.
O pedido que travou por falta de um dado avisa na hora, em vez de reaparecer quando o usuário volta para cobrar.
Depois que entra no ar
O que fica rodando na serventia
Três frentes que fecham o ciclo do pedido, da entrada à entrega.
O usuário não volta ao balcão
O pedido entra pelo site ou pelo WhatsApp com os dados certos, a cobrança só abre depois de a serventia conferir que dá para atender, e a entrega sai digital, com comprovante. Quem prefere ir até lá é atendido lá, e mais rápido.
A fila anda sozinha e avisa
Cada pedido tem número, dono e etapa. O usuário é avisado a cada avanço sem ninguém digitar mensagem, e o que trava não some: fica na fila com o motivo e um responsável, até andar de novo.
Conversa com o sistema que você já tem
O fluxo escreve no sistema cartorário e troca dados com as centrais da sua especialidade, sem redigitação. Onde não há caminho direto, entra por importação e exportação, com registro do que foi e do que voltou.
O que costuma travar a decisão
Meu público é idoso e não vai usar pelo celular.
O ganho está nos pedidos que já chegam por telefone e por mensagem e hoje são anotados em três lugares diferentes. Eles passam a entrar estruturados, na mesma fila, com número, dono e etapa. Quem prefere ir até o balcão é atendido lá, e mais rápido: a fila do dia já está resolvida na tela.
Já assinamos um portal de certidões. Isso não é a mesma coisa?
O portal resolve o pedido que entra por ele. Aqui o objeto é o fluxo inteiro: o pedido que chega por qualquer canal (portal, WhatsApp, telefone, balcão) cai na mesma fila, com um número e um dono. O portal entra como mais uma origem, e o que a serventia já paga por ele volta a render.
Por onde começa?
Por um tipo de pedido, o que mais chega. Ele entra ponta a ponta, do pedido à entrega, e a serventia vê a fila do balcão mudar já nesse primeiro tipo. Os seguintes entram com o aprendizado do primeiro.
E se a central sair do ar no meio de um pedido?
O pedido segue vivo na fila, com o motivo registrado, um responsável e o usuário avisado, e volta a andar sozinho quando a central retorna. Nada que trava reaparece como reclamação no balcão.
Dúvidas
Dúvidas de quem vai usar
O usuário precisa instalar algum aplicativo?+
Nada para instalar. O usuário pede e acompanha pelo navegador ou pelo WhatsApp, sem criar senha para o primeiro pedido. O número de acompanhamento vai junto da confirmação, e é por ele que o andamento é consultado a qualquer hora. Quem prefere o balcão é atendido lá, com o mesmo número gerado na hora.
Quem confere o que chega pelo canal digital?+
A serventia. O canal entrega o pedido já estruturado e sinaliza o que ficou faltando, para o escrevente abrir a conferência com os dados na tela em vez de recolhê-los. A qualificação, a conferência documental e a assinatura acontecem na mesa, com o histórico à vista: quem pediu, quando, por qual canal e o que já foi conferido.
Como fica a cobrança dos emolumentos?+
A tabela é a do seu estado e as regras são as da corregedoria local. O sistema aplica o valor vigente ao tipo de ato, abre a cobrança só depois da conferência e registra o pagamento junto ao pedido, com data, meio e comprovante. Quando a tabela muda, a atualização entra em um lugar só e vale para todos os fluxos.
Fontes
- 1.CNN/CN/CNJ-Extra (Provimento CNJ nº 149/2023), arts. 207 a 211, 266 a 272, 320-E a 320-I e 325 a 329, Corregedoria Nacional de Justiça — Conselho Nacional de Justiça · 2023 · texto compilado de 03/08/2026
- 2.Provimento CNJ nº 213/2026 (texto compilado), Corregedoria Nacional de Justiça — Conselho Nacional de Justiça · 2026 · vigente; revogou o Provimento nº 74/2018
- 3.Provimento CN nº 243/2026 (altera o Provimento nº 213/2026), Corregedoria Nacional de Justiça — Conselho Nacional de Justiça · 2026 · publicado em 23/07/2026; vigência 30 dias após a publicação
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