Departamento jurídico · Contencioso

O seu fechamento chega com o rastro de cada número.

A sua controladoria recebe o número do trimestre com quem respondeu por ele e por quê, e o seu jurídico para de refazer a memória de cada caso na véspera. Quando a auditoria pergunta, a resposta já está guardada, com nome e data.

Segurança para fechar o trimestre

Quem classifica continua sendo o seu jurídico, e a resposta não se perde mais.

A norma contábil de provisões diz o que o seu balanço precisa mostrar: qual processo vira provisão, qual vai para a nota explicativa e como o saldo se moveu de um trimestre para o outro. Ela não diz como o seu jurídico conta isso à sua contabilidade. É exatamente essa passagem que a gente organiza, para o número chegar com quem respondeu por ele.

Nada sai da mão de quem decide: quem classifica o risco continua sendo o seu jurídico, com a sua administração, e quem contabiliza continua sendo a sua controladoria. O sistema guarda cada resposta com autor, data e documento, e a sua contabilidade segue sendo a fonte do saldo. Quando a auditoria pergunta por um número, ele vem com a história inteira.

Quem decide é o seu jurídico

O sistema não classifica risco. Ele guarda quem classificou, quando e com que documento.

O saldo continua da contabilidade

A sua contabilidade segue sendo a fonte do saldo, e a diferença chega nomeada, com o caso que a originou.

O trimestre fechado não se move

A posição fechada fica guardada como estava, e reabrir pede motivo registrado.

Os escritórios respondem no seu padrão

A resposta que a auditoria pede aos seus escritórios chega organizada, por escritório, com a pendência à vista.

Como fica no fechamento

Três passos, e o seu jurídico continua no centro.

01

O caso entra com o documento

Citação, auto de infração, notificação: o fato que abre o caso fica guardado com a data e o documento, e o caso sem documento aparece numa fila para o seu jurídico resolver.

02

A classificação fica com nome

Provável, possível ou remoto é resposta do seu jurídico. O sistema registra quem respondeu, quando, com que fundamento e qual parecer ou decisão sustenta a resposta.

03

A diferença chega nomeada

No fechamento, a movimentação de cada classe sai pronta, e a comparação com a sua contabilidade aponta o caso por trás de cada diferença antes da reunião.

NBC TG 25 (R2) — Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

Depois que entra no ar

O que entregamos

Três coisas que o seu jurídico e a sua controladoria sentem no fechamento.

Cada número chega com quem respondeu e por quê

A classificação de cada caso fica registrada com autor, data, fundamento e o documento que a sustenta. Quando a pergunta chega, meses depois, a resposta já está lá, sem depender da lembrança de quem montou o número. E o trimestre fechado fica guardado como estava: reabrir pede motivo.

A diferença com a contabilidade chega com nome e dono

A movimentação da provisão sai por classe, pronta para a nota, e a comparação com o saldo da sua contabilidade aponta o caso por trás de cada diferença. Quem contabiliza continua sendo a sua controladoria. O que muda é que ela recebe a diferença explicada antes da reunião de fechamento, e não depois.

Os escritórios respondem no seu padrão

A carta para cada escritório sai pronta, o correspondente responde num portal no formato da sua empresa e a pendência fica à vista até ser resolvida. O que a auditoria pede sai daqui, no formato pedido.

O que costuma travar a decisão

Temos anos de planilha de contingências. Isso entra ou começa do zero?

Entra. A carteira que você já controla é carregada com a data de referência declarada e comparada caso a caso com a sua contabilidade, e o que diverge sai numa lista com dono para o seu jurídico e a sua controladoria fecharem. O histórico anterior fica guardado para a comparação entre períodos, e o caso sem documento aparece como pendência, com quem resolve nomeado.

Se um dia trocarmos de parceiro, a carteira fica presa aqui dentro?

Não. Os dados são da sua empresa e saem inteiros: os casos, os documentos anexados, o histórico de cada classificação e a descrição de cada campo, para serem lidos fora daqui. A regra vai escrita em contrato e é simples de conferir: se um relatório existe na tela, existe em exportação.

O relatório que sai daqui é aceito pela auditoria?

Ele chega no formato em que a auditoria pede: movimentação por classe, evidência anexada e o histórico de cada classificação. E a consulta que o auditor faz aos seus escritórios sai organizada: lista por escritório, carta pronta, portal de resposta no seu padrão e pendência controlada.

Por onde começa?

Pela carteira que mais pesa: a matéria com mais casos ou mais valor entra primeiro, com a conta contábil de cada caso e a classificação com nome. Levantamos o volume, os sistemas de origem e os escritórios que respondem, e a ordem de entrada fica combinada por escrito com você.

Dúvidas

Dúvidas de quem vai contratar

Como funciona a conciliação com a contabilidade?+

Cada caso carrega a conta contábil a que pertence, e o relatório de diferenças sai caso a caso: atualização feita em dois lugares, caso encerrado sem baixa, depósito judicial tratado de dois jeitos. A diferença chega nomeada e com dono antes da reunião de fechamento.

Temos milhares de ações repetitivas. Dá para não mensurar caso a caso?+

Dá. Casos parecidos são tratados por família, com as premissas da sua administração explícitas e editáveis, e a memória de cálculo aberta em cada fechamento. A norma contábil admite estimar assim quando a carteira é grande.

Integra com o sistema que já usamos e com a captura de andamentos?+

Sim, nas duas pontas. A ligação com o sistema que você já usa e com a sua contabilidade entra no levantamento inicial, porque depende do que ele exporta. Para andamento usamos as fontes públicas e o cadastro eletrônico da sua empresa; o que corre em segredo de justiça entra pela via de quem atua no caso, e a falha de captura aparece na tela.

Nossa carteira é pequena. Faz sentido?+

Faz, quando a carteira já entra no balanço e alguém precisa responder por ela. Com poucos casos o ganho está no rastro: quem classificou, por quê e o que mudou, sem depender de uma pessoa só.

Fontes

  1. 1.NBC TG 25 (R2) — Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, Conselho Federal de Contabilidade — CFC · 2009 · texto na redação da revisão R2; itens 10, 13, 14, 23, 24, 27, 28, 38, 39, 40, 59, 84, 86 e 87 conferidos em 15/08/2026
  2. 2.Resolução CVM nº 72/2022 — consolidação do Pronunciamento Técnico CPC 25, Comissão de Valores Mobiliários — CVM · 2022 · publicada em 23/03/2022; conferida em 15/08/2026 · Companhias abertas e demais entidades sujeitas à regulação da CVM; é a versão do CPC 25 que a Comissão tornou obrigatória
  3. 3.NBC TA 501 — Evidência de Auditoria: Considerações Específicas para Itens Selecionados, Conselho Federal de Contabilidade — CFC (Resolução CFC nº 1.218/2009) · 2009 · em vigor, com a revisão da Resolução CFC NBC 20/2023; itens 9, 10 e 11 conferidos em 15/08/2026 · Auditoria independente de demonstrações contábeis: procedimentos sobre litígios e reclamações

Escolha a matéria que mais pesa na sua carteira e feche o próximo trimestre com o rastro de cada número.

Conte como a sua carteira é controlada hoje: volume, matérias e quem responde aos escritórios. Combinamos com você por onde a carteira entra, e a sua contabilidade continua sendo a fonte do saldo.