Cartórios · TI como serviço

Você atende. A tecnologia é com a gente.

Todo mês, sem você pedir: as cópias dos dados são feitas e testadas, o acesso de cada pessoa fica no lugar certo, o que está velho é trocado antes de dar problema. Se algo acontecer, é a gente que resolve, e depois você fica sabendo o que houve, sem termo técnico.

Segurança para operar

Nada disso vira tarefa da sua equipe.

A norma pede que a serventia tenha cópia dos dados, teste dessa cópia, controle de quem acessa e um caminho para quando algo acontece. É rotina que não termina, e não é o trabalho pelo qual a sua serventia existe.

Então ela roda do nosso lado, dentro do que a sua Classe exige, e chega até você uma vez por mês, em uma página, dizendo o que foi feito. Se algo acontecer, quem atende somos nós. Para a serventia pequena, o arranjo compartilhado costuma ser a conversa certa.

Não é tarefa sua

A rotina inteira roda do nosso lado, sem ninguém da sua equipe acompanhar.

A cópia é testada

Não basta existir: ela é restaurada de verdade, na frequência que a sua Classe pede.

O balcão volta

Se algo cair, a recuperação acontece dentro do tempo que a norma dá à sua Classe.

Uma página por mês

Um resumo curto e sem termo técnico do que rodou, do que falhou e do que já foi corrigido.

O que exigir por escrito de quem vai cuidar da sua TI

Você não precisa entender de tecnologia para escolher bem: peça estes quatro papéis. Vale para nós e para qualquer concorrente.

01

O relatório do último teste de restauração

Não a declaração de que o backup existe: o papel com a data, o que foi restaurado, em quanto tempo e o que falhou. Quem não tem esse relatório nunca testou.

02

A recuperação combinada em contrato

Quanto pode se perder e em quanto tempo o balcão volta, no número da sua Classe ou melhor, e o que acontece se não for cumprido. Sem consequência escrita, o compromisso não muda o comportamento de ninguém no dia do incidente.

03

O registro é da serventia, e sai de lá

Quem entrou, quando e o que fez, protegido contra alteração e exportável a qualquer momento. Registro que só existe no painel de quem cuida some junto com o contrato.

04

A cláusula de saída, antes da de entrada

Formato de exportação dos dados, devolução dos acessos e período de convivência com quem vier depois. É a cláusula que ninguém lê na assinatura e a única que importa no dia em que a relação termina.

Provimento CNJ nº 213/2026 (texto compilado)

Depois que entra no ar

O que entregamos

Você não toca em nada disso. Só recebe, uma vez por mês, a prova de que está feito.

Os seus dados voltam se algo acontecer

As cópias ficam em mais de um lugar e são restauradas de verdade, na frequência que a sua Classe pede, para ninguém descobrir no dia do problema que a cópia não prestava. Você não precisa lembrar de nada disso.

Cada pessoa acessa só o que precisa

Cada um entra com o próprio acesso, com uma segunda verificação, e fica registrado quem abriu o quê. Esse registro é da serventia, guardado pelo tempo que a norma pede e disponível quando você quiser.

Quando algo acontece, você chama um número só

O plantão contém, recupera a partir da cópia testada e apura a causa, sem você precisar descobrir de quem é o problema. As comunicações que a Corregedoria e a proteção de dados pedem chegam redigidas à sua mesa, prontas para o oficial assinar.

Do contato ao ar

Como funciona

Do primeiro contato ao dia a dia da serventia.

  1. 1

    Conversa

    Entendemos a sua serventia e onde está o maior ganho.

  2. 2

    Plano no seu tamanho

    Mostramos o que dá para resolver e em que ordem, no porte da sua serventia.

  3. 3

    Construímos

    Implantamos, integramos ao sistema cartorário da serventia e deixamos funcionando, com você acompanhando.

  4. 4

    Seguimos junto

    Treinamos a equipe e acompanhamos a rotina para ajustar e manter tudo em dia.

O que costuma travar a decisão

Já tenho um técnico de confiança que atende a serventia. Como fica?

Conviver rende mais: ele fica no chamado do dia a dia e no que exige presença, e a gente fica com backup, continuidade, registro e prova. O backup pede um nome só, com relatório de teste datado, porque é o item que a correição cobra e que ninguém quer descobrir dividido no dia do incidente. O técnico da casa segue no arranjo, com o inventário na mão.

Contratando vocês, a minha serventia fica dependente de vocês?

Não. A serventia mantém os acessos administrativos, o registro exportável e uma cópia própria dos dados desde o começo. A cláusula de saída entra no contrato antes da de entrada. É o desenho que permite trocar de mão sem parar o balcão, e vale pedir o mesmo a qualquer concorrente.

Serventia pequena consegue manter esse serviço?

Consegue, porque o serviço é dimensionado pela Classe. Para a serventia pequena, a norma admite o arranjo compartilhado ou coletivo, e é ele que costuma colocar backup testado, registro guardado e plantão de pé sem pesar no caixa.

Por onde começa?

Pelo inventário do que existe: equipamentos, acessos e o backup de hoje. Dali saem, em ordem, backup e monitoramento, que é onde está a maior redução de risco, e depois o resto da rotina. O que a serventia já tem pronto entra aproveitado.

Dúvidas

Dúvidas de quem vai contratar

Preciso trocar o meu sistema cartorário?+

Não. O sistema cartorário segue o mesmo. Operamos a infraestrutura em volta dele: rede, servidor, backup, controle de acesso e monitoramento. O que depende de quem faz o seu sistema, a gente cobra por escrito e registra a resposta.

E se acontecer um incidente?+

O plantão contém, recupera a partir do backup testado e apura a causa. As comunicações que a norma pede, à Corregedoria e, quando há dado pessoal em risco, à ANPD e aos titulares, chegam redigidas e no tempo certo para o oficial assinar e enviar.

Onde ficam os dados e quem tem acesso a eles?+

Fica definido por escrito antes de começar: onde as cópias residem, quem tem acesso administrativo, como cada uso desse acesso é registrado e o que acontece no encerramento. A serventia mantém uma cópia própria e o acesso ao ambiente.

Isso também me ajuda no Provimento 213?+

As duas coisas se encaixam, mas não são a mesma. A adequação é um projeto com etapas, dossiê e declaração; o serviço mensal é o que mantém aquilo funcionando depois: backup rodando, teste acontecendo, registro íntegro. Uma produz evidência com data; a outra opera a rotina que gera essa evidência mês após mês.

Fontes

  1. 1.Provimento CNJ nº 213/2026 (texto compilado), Corregedoria Nacional de Justiça — CNJ · 2026 · vigente (texto compilado com a redação do Prov. CN n. 243, de 21.7.2026) · Todas as serventias notariais e de registro do Brasil, classificadas em Classes 1 a 3 pela receita bruta semestral (art. 16)
  2. 2.Provimento CNJ nº 243/2026, Corregedoria Nacional de Justiça — CNJ · 2026 · em vigor a partir de 22/8/2026 · Altera o Provimento 213/2026 quanto ao enquadramento das serventias e aos prazos de implementação
  3. 3.Resolução CD/ANPD nº 15/2024 — Regulamento de Comunicação de Incidente de Segurança, Autoridade Nacional de Proteção de Dados — ANPD · 2024 · vigente · Controladores sujeitos à LGPD; incidentes de segurança com dados pessoais que possam acarretar risco ou dano relevante aos titulares

Você cuida dos atos. O resto fica com a gente.

Conte quem cuida da tecnologia da sua serventia hoje e o que já existe montado. A partir daí a gente assume, na ordem que protege mais o seu atendimento.